Brilhante!
De volta ao lar.
E depois da emoção, a reflexão.
É assim mesmo que funciono.
Arrebatado pelas cores, cheiros e sabores da novidade
só existe uma "viagem" possível: lambuzar-se, sentir, experimentar...
Na seqüência: parar, identificar, qualificar e analisar.
Tomar decisões.
Mudar.
Duas etapas distintas na minha cabeça de "complicado".
Segundo alguns que já cruzaram meu caminho,
sem entender e aceitar esse "modo de captura" da realidade.
Ainda não descobri como fazer melhor.
Perdão! ainda estou no início da estrada.
Descobri, porém, uma bela resposta à pergunta que nomeia uma partição deste blog:
"Por que eu invento de viajar?"
Um garoto de 21 anos, de Itajubá, no interior de Minas, "descoberto" quando navegava
pelo Orkut, querendo saber quem iniciaria a aventura que eu acabara de concluir,
escreveu:
"Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou tv. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar do calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver"
Brilhante Nando!
Com suas palavras aprofunda-se a segunda etapa da minha "viagem".


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