Por que eu invento de pensar !?

Pensar sempre dói. Pensar sozinho dói ainda mais. Sendo impossível fugir de tal suplício mental, faço este Blog para não remoer solitário. Que seja instrumento para produzir e organizar melhor as idéias. Que motive a dura e, às vezes, solitária rotina de estudo e trabalho, a qual separa nossa utopia da realidade tão desejada. Que sirva para registrar e partilhar um pouco daquilo que eu faço, penso e sinto. Que reflita uma parte daquilo que eu sou e luto cotidianamente para ser.

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terça-feira, abril 11, 2006

Economia Política

Ambiente econômico

  • Espaço dentro do qual se sucedem os fatos econômicos, sob o império de leis naturais, mas controláveis pelo homem. Os bens, as utilidades e as riquezas, em seu conjunto, representam esse ambiente.

Curso econômico

  • Fluxo forçado e contínuo de bens e riquezas, que partem da produção e terminam no consumo. Os recursos disponíveis, a tecnologia, os instrumentos facilitadores da transformação dos recursos e a satisfação das necessidades humanas compõem o curso.
  1. No cenário perene das trocas e intercâmbios que ocorre na atualidade, o valor dos bens e serviços deriva da comparação entre eles, da escassez ou da raridade. A moeda é o denominador comum e medida desse valor.
  2. Todavia esse ambiente evoluiu paralelamente à evolução da humanidade e das suas necessidades. Passando de território onde se vivenciava a agressividade, o nomadismo e a usurpação para o lugar no qual as trocas se manifestam, enfim, como contrato amigável.

A economia como ciência

Como ciência a econômia política foi fundada pela Escola Fisiocrata, na França ( 1726-1776). Com ela surgiu o naturalismo econômico, enunciando as primeiras leis da economia. Adam Smith, na Inglaterra, é considerado o fundador.

  • Na vida mais simples das primeiras sociedades os fatos econômicos e as suas conseqüências ainda estavam subordinados à religião, à etica, à moral ou à política, não oferecendo, portanto, molde para preocupação ou investigação de natureza científica.
  • Com o despertar do mundo moderno isso continuou inicialmente a ocorrer. Apesar de já produzir e trocar bens e serviços objetivando vantagens recíprocas, as relações de causa e efeito entre os fenômenos econômicos não mereciam análises e investigações.
  • A partir do séc. XVI ( 1600 ) , entretanto, ocorre:
  1. Expensão dos mercados até então obedientes às normas restritivas do feudalismo em relação ao consumo e à produção,
  2. Sensível ampliação na produção de bens e prestação de serviços,
  3. Multiplicavam-se as relações e o intercâmbio comercial entre os povos,
  4. Novas profissões surgiam,
  5. Acentuava-se a divisão do trabalho,
  6. O capitalismo nascia sob a modalidade comercial,
  7. Aperfeiçoamento dos títulos de crédito,
  8. Surgimento dos estabelecimentos bancários de alcance e jurisdição continental e mundial,
  9. Financiamento de grandes companhias de exploração de terras recém-descobertas,
  10. Multiplicação das vias de transporte terrestre,
  11. Surgimento da navegação de longo curso,
  12. Novas técnicas de produção.
    Nascia uma nova economia que passou a revestir-se de roupagens de ciência da administração do Estado e da nação. Estado que nascia, neste séc. XVI, com características absolutistas alavancando a preocupação com a análise das relações entre os fatos e os fenômenos econômicos e a enunciação das leis econômicas delas resultantes.